Chuvas e custos limitam operações de recapeamento e zeladoria, afirma engenheiro

 

A situação das vias públicas foi amplamente discutida pelos vereadores com o diretor de Obras da Prefeitura de Bebedouro, engenheiro Leonardo Ornelas, durante a sessão ordinária desta segunda-feira (16). Ele afirmou que, entre 2025 e 2026, cerca de R$ 6 milhões foram investidos em infraestrutura, com novos recursos em andamento via governo federal.

Leonardo Ornelas explicou que o custo elevado do recapeamento — cerca de R$ 100 mil por quarteirão — e as frequentes chuvas impedem ações mais amplas, o que leva o município a priorizar operações de tapa-buraco em vez de recape completo em muitos casos.

Durante os debates, vereadores levantaram críticas sobre a situação de espaços públicos, mato alto, iluminação e conservação urbana. Também foram apontados problemas em prédios públicos e áreas do setor norte, incluindo unidades de saúde e espaços esportivos como o Centro Social Urbano (CSU) Tancredo de Almeida Neves, o Tancredão, no Jardim Cláudia.

Em resposta, Ornelas reconheceu dificuldades, mas atribuiu parte dos problemas ao aumento das chuvas e à limitação de recursos e equipes. Os vereadores também questionaram a aplicação de recursos provenientes de um financiamento de cerca de R$ 40 milhões.

Segundo Ornelas, os valores ainda estão em fase de definição, mas devem ser destinados a áreas como recapeamento, pavimentação, drenagem e aquisição de equipamentos. Ele explicou que ainda não há detalhamento de valores por setor, mas garantiu que os problemas já foram mapeados e serão contemplados conforme a disponibilidade orçamentária.

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