Detran-SP atinge cerca de 3 mil pessoas no início da segunda semana de ações em Barretos
O Detran-SP retomou a participação na 70a. edição da Festa do Peão de Barretos nesta quinta-feira (28), com fiscalização contra alcoolemia, realizada em parceria com a Polícia Militar até o início da madrugada desta sexta-feira (29). Em vias próximas ao Parque do Peão, foram inspecionados 879 motoristas, dos quais seis deles se recusaram a fazer o teste do bafômetro. Um condutor foi autuado por dirigir sob efeito de álcool, depois de tentar escapar da fiscalização. Também houve mais uma evasão local de fiscalização, com perseguição e constatação de crime de trânsito. Cinco veículos foram removidos a pátio.
Na primeira semana da Festa do Peão, entre 21 e 24 de agosto, foram fiscalizados 5.256 condutores em operações coordenadas pelo Detran-SP em Barretos e em São José do Rio Preto, uma das principais rotas de acesso ao evento. Os resultados foram 96 recusas ao teste do bafômetro, um condutor flagrado dirigindo sob efeito de álcool e 13 veículos removidos a pátio. Foi registrado também um crime de trânsito, após a tentativa de fuga da fiscalização de um motorista embriagado, que foi perseguido e acabou preso em flagrante.
Penalidades
Importante ressaltar que tanto dirigir sob efeito de álcool – quando o teste do etilômetro aponta o índice de até 0,33 mg de álcool por litro de ar expelido – quanto recusar-se a soprar o bafômetro são consideradas infrações gravíssimas e rendem multa de R$ 2.934,70, além de processo de suspensão da carteira de habilitação. Na reincidência no período de 12 meses, a multa é aplicada em dobro e pode haver a cassação do direito de dirigir, que incorre na necessidade de reiniciar todo o processo de habilitação para voltar a obter a CNH – e somente após transcorrido o prazo de 24 meses depois da cassação.
Já os casos de embriaguez ao volante, quando os motoristas apresentam índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro, são considerados crimes de trânsito. Os motoristas flagrados nessa situação, além da multa e do processo de suspensão da CNH, são conduzidos ao distrito policial e poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão, caso condenados no processo.









